O que as famílias contam depois de um tempo conosco
Depoimentos de quem escolheu a Pôr do Sol e nos conta como foi a experiência — sem edição, sem exagero.
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Anos de funcionamento
80+
Famílias atendidas
4,8
Nota média de satisfação
3
Modalidades disponíveis
Depoimentos
Palavras de famílias que passaram pela experiência de ter um ente querido na Pôr do Sol.
"Minha mãe passou quase dois anos na Estadia Diurna antes de decidir se mudar para a residência. O que me surpreendeu foi como ela ficava animada nas manhãs de 'ida para a Pôr do Sol'. Isso não é pouca coisa para uma pessoa de 81 anos."
Claudia Resende
Asa Norte, Brasília — maio de 2025
"Ficamos com receio no começo — meu pai é muito da privacidade e não gosta de ambientes com muita gente. A casa pequena fez toda a diferença. Em três semanas ele já conhecia todos os outros residentes pelo nome."
Felipe Santana
Lago Sul, Brasília — abril de 2025
"O que a gente mais valorizou foi a transparência. Antes de assinar qualquer coisa, visitamos três vezes, fizemos dezenas de perguntas e nunca nos sentiram apressados. Isso diz muito sobre como a casa trabalha."
Mariana Torres
Taguatinga, DF — maio de 2025
"A minha avó é muito exigente com comida — sempre foi. Quando soubemos que as refeições eram feitas na própria casa, isso resolveu metade das nossas preocupações. Ela nunca reclamou da cozinha de lá, o que por si só já é um feito."
Juliana Oliveira
Cruzeiro, Brasília — abril de 2025
"Meu sogro passou para a Residência Conforto depois de uns meses na opção anterior — ele precisava de mais apoio na organização do dia. A mudança foi tranquila, sem burocracia. A equipe já conhecia bem os hábitos dele."
Ricardo Albuquerque
Sudoeste, Brasília — maio de 2025
"No começo, minha mãe ligava todo dia pedindo para ir embora. Em três semanas, foi ela mesma que pediu para ficar mais um mês. Não há palavras melhores para descrever o que a equipe da Pôr do Sol fez por ela nesse período de adaptação."
Patricia Barbosa
Guará, DF — abril de 2025
Algumas histórias em mais detalhe
Situações reais (com nomes alterados) que mostram como a transição costuma acontecer.
Situação inicial
A viúva que ficava sozinha o dia todo
Dona Irene, 77 anos, morava com a filha. A filha trabalhava fora e Irene passava o dia inteiro em casa, sozinha, com a TV ligada. Os fins de semana eram muito diferentes dos dias de semana — e isso pesava.
O que mudou
A família optou pela Estadia Diurna. Irene começou a ir à Pôr do Sol quatro dias por semana. Em pouco tempo, havia amizades genuínas com outras residentes, participava das atividades de música e voltava para casa com histórias para contar.
O resultado
A filha de Irene descreve a mudança como significativa: "Ela fica esperando o dia de ir. É a primeira vez em anos que ela fala de planos."
Duração: 8 meses na Estadia Diurna
Situação inicial
O viúvo que não queria depender dos filhos
Seu Antônio, 83 anos, recusava qualquer ajuda por princípio. Mas os filhos percebiam que as refeições eram irregulares e que ele saía cada vez menos de casa. Convencer a visitar a Pôr do Sol levou meses.
O que mudou
Depois da primeira visita, Seu Antônio pediu para conhecer os quartos. Na semana seguinte, perguntou o preço da Residência. Dois meses depois, já morava lá. Sua explicação: "Aqui eu sou independente. Não incomodo ninguém."
O resultado
Seu Antônio participa do grupo de leitura, faz o café da manhã por conta própria e tem o quarto organizado do jeito que quer. A autonomia que ele valorizava tanto foi preservada — com companhia.
Duração: 14 meses na Residência
Quer conversar antes de decidir?
A equipe está disponível para tirar dúvidas por telefone, e-mail ou pessoalmente.
Endereço
SCS Quadra 6 Bloco B 145, Asa Sul, Brasília – DFHorário
Seg–Sex: 08h–18hSáb: 09h–13h
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